
Terça-feira, Setembro 27
alguém acaba de pipocar aqui no messenger da Nana com o seguinte nick: "é só ficar em paz que tudo acontece".
Eu queria ir trabalhar hoje.
Eu queria escrever um post remelento, cheio de lamentações e lamúrias que se transformadas de palavras para ações virariam uma choradeira descontrolada.
Eu queria escrever um post feliz com piadinhas supostamente engraçadas ou relatando fatos supostamente interessantes da minha vida ou comentários sobre coisas que eu fiz, vi, ouvi, li ou simplesmente apareceram na minha cabeça por algum processo osmótico desconhecido.
Eu queria que as coisas ruins me derrubassem e me colocassem em tal estado de desorientação emocional
Eu queria que a preguiça tomasse conta de mim e me impossibilitasse de tentar tomar qualquer atitude ou sair do meu estado inerte atual em relação a tudo e a todos.
Eu não queria escrever resenhas sobre as coisas que eu gosto, que eu vejo, sobre Arquivo X que agora eu estou assistindo os útimos episódios e escrever e-mails para pessoas para quem eu nunca (mais) escreveria.
Eu não queria fazer o layout que brotou subitamente na minha cabeça quando eu acordei ontem feliz e dançando e cantando ao som de "Head Over Heels".
Eu não queria escrever sobre coisas filosóficas, teorizar sobre como é ruim esperar por grandes mudanças e colocar nelas as expectativas de uma vida inteira e as motivações para quaisquer ações cometidas.
Eu não queria me internar em alguma espécie de spa-manicômio.
Eu não queria que essa música acabasse algum dia.
Agora é só tirar os nãos do parágrafo de baixo e colocar no de cima.
Type O Negative - I Don't Wanna Be Me
-10:18 -()
Segunda-feira, Setembro 19
don't bother trying to find her, she's not there.
Uma facada, um golpe de espada, um soco bem forte, uma soneca bem torta... Qualquer coisa pode ter sido a causa dessa dor infernal que acomete as minhas costas, com a esmagadora maioria das possibilidades recaindo sobre a última. Estou aqui na central agora, porque eu sou uma menina trabalhadora mesmo nos feriadões, mesmo que esse telefone não toque e eu não tenha nada pra fazer, e só uma usuária pra atender.
E ontem teria sido como qualquer outro domingo chato e depressivo, matando meu tempo com episódios de Arquivo X, chegando agora finalmente nos inéditos - porque na época eu me recusei a ver a oitava e a nona temporadas. Como todos dizem, a série tinha que ter acabado com alguma dignidade na sétima, mas a ganância a arrastou por mais dois absurdamente viajantes anos de enrolações e reviravoltas desnecessárias. Quer dizer, é o que os outros dizem, porque eu, como já disse, não assisti os episódios. Estou chegando lá agora, e quero saber o que é que eu vou assistir quando terminar com os etzinhos.
Mas voltando ao que eu ia dizer... Ontem teria sido como qualquer outro domingo chato e depressivo, preenchendo o tédio com episódios do Arquivo X, mas eu resolvi sair do meu esconderijo e fui com a Nana na locadora escolher um filme, que depois nós fomos ver na casa dela - onde antes teve uma pequena festa de aniversário para a avó dela - e depois voltamos andando devagar enquanto a noite caía.
Nós vimos "As Virgens Suicidas" (Suicide Virgins), da Sofia Coppola. Aliás, o primeiro filme dela, sendo "Encontros e Desencontros" (Lost In Translation) o segundo e um dos meus preferidos. Mas "Virgens..." é um filme bonitinho, com uma porção de idéias ótimas e músicas lindas perdidas no meio de uma história não muito definida e pouco surpreendente, mas com um agradável clima calmo e silencioso. Um bom filme, mas um pouco menos do que eu esperava e definitivamente não constante entre os melhores que eu já vi.
Pra hoje o destino depende ligeiramente do tempo. A Cacá vai vir aqui me buscar se a chuva não insistir em se pôr no nosso caminho, e nós temos uma boa quantidade de assuntos a atualizar e ainda precisamos ver os respectivos novos cabelos - e claro, precisamos tirar uma(s) foto(s), o que as pilhas não-alcalinas temporariamente postas na minha cam (até que eu receba para comprar apropriadas recarregáveis) permitirem. As últimas fotos juntas que nós temos foram tiradas em 2003, e embora às vezes não pareça, isso já faz muito tempo.
Quero desesperadamente escrever uma história, diferente de qualquer coisa que eu já tenha escrito e diferente de qualquer coisa que eu mesma já tenha vivido, porque eu sempre fico ridiculamente escrevendo coisas parecidíssimas com a minha vida ou com coisas que eu já li ou já vi. Quero uma idéia extrema e inegavelmente original e extraordinária, como o diálogo incrível que eu imaginei ontem passando em frente ao letreiro do Zaffari. Eu amo a rua à noite, com todos os seus neons e luzes, sempre me deixa inspirada.
-14:34 -()
Quinta-feira, Setembro 15
I found god and he was absolutely nothing like me.
Preciso aprender a digitar sem fazer tanto barulho, como será que se faz isso? Preciso testar novas maneiras de digitar para não chamar tanta atenção com os ruídos das pequenas teclas... Talvez seja só colocar menos força... u.u Será?
Preciso me policiar para não digitar tão forte, fazendo assim um barulho alto e irritante, que faz com que meus colegas riam e minha chefe se zangue. =X Além disso, nas aulas os professores tendem a se irritar e reclamar de mim. E eu não gosto quando reclamam de mim...
Trata-se de uma situação muito nova pra mim, eu nunca pensei que teria que rever os meus conceitos digitalísticos, as minhas maneiras ao teclado, as minhas noções teclo-barulhais. Nunca pensei que estava fazendo alguma coisa errada ou que poderia, com todo o meu barulho textual, estar incomodando alguém.
O fato é que eu escrevo, eu escrevo muito, e quando eu não tenho mais o que fazer eu escrevo ainda mais. Com isso, desenvolvi uma digitação bem rápida, mas nunca reparei como era barulhenta. Sendo assim, ao me controlar para fazer menos barulho, tenho a impressão de que estou digitando muito, mas muito devagar. Em compensação, não erro tanto tropeçando com os dedos em teclas indesejadas. Em suma, a partir de agora digitarei sempre assim, e acredito que com a prática aprenderei a digitar mais rápido assim também. Ou pelo menos espero. =/
Comecei a escrever esse post impulsivamente, na verdade eu acho que nem tenho mais assunto. Não que eu tenha tido assunto até ese quarto parágrafo mas... Bom, de alguma maneira, ainda que inexplicável ou ilegítima ou meramente enrolativa, eu cheguei a um quarto parágrafo e isso é um fato irrefutável.
Eu não deveria, no entanto, prosseguir com um post tão sem fundamento, ainda mais o tendo admitido. Seria melhor tentar introduzir então algum assunto, alguma referência a acordos feitos com a Nana sobre armários cheios de alface ou tomate, sobre vermelho e verde, sobre... ah, sobre qualquer coisa menos essa enrolação.
Mas tá, acho que já treinei bastante. Depois desse post, acho que já estou com meus barulhos tecladiais mais sob controle. Foi importante ter tido essa chance única de pôr em prática meus novos conhecimentos sobre discrição digitalística, sobre diminuição da taxa de decibéis na confecção das minhas pequenas obras literárias. E é gratificante saber que a sua atenção está presa até aqui, o quinto e último maçante parágrafo, demonstrando algum divertimento em tantas palavras vazias digitadas com o único propósito de exercitar novos métodos datilográficos. Você foi enrolado! *points a finger*
-13:47 -()
Terça-feira, Setembro 13
10:35h - I don't wanna be lonely, I just wanna be alone.
Aqui estou eu, mais uma vez, escrevendo no meio de uma aula. Só que eu sou completamente capaz de conseguir prestar atenção nas duas coisas, o caso de hoje, então eu escrevo uma linha, presto atenção na aula, escrevo outra.
Informações técnicas à parte, eu sinto uma quantidade enorme de texto transbordando de mim desde ontem, quando um certo filme me fez querer andar o tempo todo com um caderninho registrando meus pensamentos.
Como numa convenção de amoras, eu, a Pri, a Nana e a mãe dela vimos "Minha Vida Sem Mim" (My Life Without Me), que é um filme maravilhoso e emocionante que faz qualquer pessoa repensar sua vida. Se eu fosse escrever algo no estilo, provavelmente sairia tipo isso:
"Esta é você. Com sua manta preta protegendo o pescoço e prendendo parte do seu cabelo de americana enquanto você faz seus planos sorrateiros, tanto práticos quanto abstratos, sobre uma realidade ainda um tanto absurdamente surreal. Você. A dúvida é constante sobre se seria errado pensar só em si mesma pela primeira vez.
Minha vida sem mim, é o que eu deixarei para trás, a maneira como eu pensei e vivi até aqui. O fim da minha vida como eu a conheço. Um novo mundo à minha espera, sozinha como eu gostaria de estar. No controle das minhas ações e decisões."
E mais amenamente falando agora, o meu antigo fotolog tinha resolvido tirar uma com a minha cara e não colaborava comigo. Aí eu fui lá e fiz um novo, só pra ver que o que eu tinha mudado no antigo funcionou um tempo depois. Sendo assim, eu não sei se fico em um, em outro ou em nenhum. Não sei se eu devo voltar pra lá ou não, eu não sei se consigo manter alguma freqüência de posts e eu não poderei tirar muitas fotos até que eu possa comprar pilhas adequadas.
Corrigindo, as paredes da escada do Chinês não são verdes, são amarelas. Isso deveria significar alguma coisa? Talvez a explicação mais plausível seja que no dia em que eu escrevi isso eu realmente estava enxergando tudo verde. Sometimes things are better left unexplained.
Quando eu sair daqui, eu vou almoçar no chinês. Sozinha.
-12:33 -()
Sexta-feira, Setembro 9
08/08/05 - 10:24h
São 10:24h agora, e dizem que essa será a hora do fim do mundo, quando ele acabar. Alguma coisa assim. Tem até referência a isso no clipe "Warning" do Incubus, assistam porque é beeem legal, e aliás, aquela menina do clipe podia muito bem estar em um episódio do Arquivo X, ela é tão "monster of the week".
Mas falando em assistir, eu vi então ontem "Big Fish", que filme liiiindoooo. :~~~ Parece que todas as imagens passaram por aquele efeito do photoshop de duplicar a camada, colocar desfoque gaussiano de 5 na camada de cima e depois alterar pra 'sobrepor'. Além disso a história é ótima - ou as histórias são ótimas. E eu adoro o Ewan McGregor, a Jessica Lange, a Alison Lohman, o Danny DeVito... Recomendo.
09/09/05 - 08:04h
Cheguei à escola há cerca de vinte minutos. A aula era no laboratório, então a sala de aula estava vazia. Fui para lá e me sentei à mesa do professor, tirei tudo de dentro da mochila e me pus a organizar. Joguei papel fora, contei *migalhas* de dinheiro e senti como se tivesse organizado a minha vida inteira. Quando voltar pra casa, será a vez do quarto.
Em dúvida sobre fazer ou não um novo fotolog, continuar no velho que eu tinha ou simplesmente não me envolver com fotolog nenhum, ficou a cargo da Nana postar no dela a nossa primeira foto juntas, que é um fato muito importante, um momento único.
Evidentemente eu não vou fechar o blog e viver de fotolog, desde quando eu trocaria meu conteúdo pela minha imagem? Aliás, se eu fosse mesmo manter um fotolog, ele provavelmente teria mais fotos de coisas (no caso, qualquer coisa que eu julgasse merecer ser fotografada) e dos meus irmãozinhos do que de mim. Além de que eu já estou acostumada a escrever, mas teria de aprender a ser uma poser.
Mais um dia chuvoso. Mesmo assim, eu me sinto supostamente bem, com um pouco daquela sensação de que eu poderia fazer qualquer coisa. Mas só um pouco na verdade. E a vontade de fugir dessa aula de Delphi me domina.
15:03h
Me dominou. E eu saí na chuva correndo atrás da Nana e do Bruno e acabei vendo um filme com ela e a mãe dela, que aliás está de aniversário. Confortavelmente instaladas no quarto da Nana, sem sapatos, vimos um filme francês cujo nome traduzido é "Bem Me Quer Mal Me Quer". Ainda bem que a primeira meia hora do filme não engana o suficiente pra fazer desistir de ver o resto. Filme mega surpreendente, muito bom.
E agora eu acho que vou terminar esse post por aqui. Provavelmente não tem mais nada sobre o que eu queira ou precise falar no momento.
-15:28 -()
Terça-feira, Setembro 6
I get up, I can't cool down.
Hoje eu tive prova de Técnicas de Programação, acho que fui bem. O que é uma sorte, visto que ontem, na véspera, quando eu deveria ter passado todo o meu tempo livre resolvendo probleminhas lógicos com tabelas de decisões e mapas de karnaugh, eu resolvi antecipar os planos de alugar filmes para o feriado e aluguei dois. No lugar das tabelinhas e mapinhas eu vi "Os Vigaristas" (Matchstick Men), que é ótimo, ótimo, mil vezes ótimo.
No elenco estão Nicolas Cage (adooooro) e Alison Lohman (de "White Oleander", eu queria ser ela XD~~), impecáveis. A história, que pode até parecer (parecer, eu disse parecer) previsível na primeira meia hora de filme dá uma reviravolta tão grande e tão surpreendente que dá a mesma impressão de um carro freando repentinamente e virando para a direção contrária. E apesar de ser grande, surpreendente e até repentina, é uma reviravolta que se vai compreendendo aos poucos. Não posso ser tão spoiler assim, então vou dizer apenas que hoje de manhã enquanto me vestia eu ainda estava pensando em como tudo se encaixava perfeitamente. E assim como ri muito com os tiques e as maluquices do Roy (Cage), ele e a Angela (Lohman) também me fizeram chorar em uma cena... Fantástico.
O outro filme, "Peixe Grande" (Big Fish), vou ver talvez hoje, talvez amanhã. Talvez eu fique desmotivada a ver porque não tenho nenhuma prova amanhã nem depois de amanhã... =P~ Mas todo mundo diz que é um filme ótimo, a Nana grita TIM BURTON!! sempre que eu o menciono e ele conta com Ewan McGregor e Alison Lohman (também!) no elenco... =D~
E eu nunca planejo essas idas repentinas à locadora, aliás, eu raramente executo coisas que eu planejo muito, é mais fácil eu agir impulsivamente, como no sábado em que eu acordei com vontade de cortar o cabelo e algumas horas depois dispunha só de metade dele! Mas, já que eu toquei no assunto, saibam que agora eu já estou gostando dele de novo. ^^ Continuo achando que ela não precisava ter cortado tão curto, mas... cresce. =)~
Por fim e finalmente, a mais nova novidade é que eu comprei uma câmera digital! \o/ Acho que eu já tinha dito aqui que estava juntando dinheiro... E enfim, eu comprei. =D Levando a Pri na parada, passei por uma loja e vi uma manta baratinha - comprei também uma manta. \o/
Bolso vazio até o mês... mas quem se importa. XD~ E agora eu preciso ir que eu vou dar aulinhas para a Nana sobre a prova. =**
-16:01 -()
Domingo, Setembro 4
your hair is everywhere.
- Lívia, o que tu fez no fim de semana?
- Eu fui assaltada e roubaram o meu cabelo.
- Eu fui num barbeiro pagar uma promessa e raspei a cabeça.
- Eu fiz luzes vermelhas de novo, mas algo saiu errado e o meu cabelo caiu todo.
- Nada, não. Só fiquei arquitetando maneiras de não precisar mais sair de casa até que o meu cabelo cresça de novo.
Saí do salão de beleza escondendo o resto de cabelo que me restou dentro do casaco e andei um pouco, tentando pensar no melhor jeito de telefonar para a minha chefe na segunda-feira.
- Márcia, eu não vou poder ir trabalhar hoje. Na verdade, não vou poder ir trabalhar nunca mais.
- Aconteceu alguma coisa?
- O meu cabelo sumiu.
Nunca mais eu voltaria à Escola Técnica também, nem sairia para nenhum tipo de convívio social. Eu poria em prática aquele plano de acampar no meu quarto só com cama, computador e água. Ou aquele outro de mudar de planeta. Qualquer coisa que me mantivesse longe de tudo e de todos, pelo menos até que eu pare de pertencer à categoria dos "cabelos médios", e volte à dos "longos".
A próxima idéia foi testar rabos-de-cavalo, coques, toucas, perucas, apliques, tintas, chapéus, capuzes. Tudo em vão, evidentemente. A minha mãe até se irritou comigo. Até ela agora tem um cabelo maior que o meu. *chora desesperada*
Eu passo horas alternadas, uma pensando que não está tão ruim e outra pensando que está terrível. Eu sei que amanhã quando eu voltar ao mundo as pessoas todas vão vir comentar e perguntar e eu vou ter que repetir que a cabeleireira se emocionou, que resolveu dar uma de açougueira pra cima do meu cabelo e me desproveu dele. Me sinto como Sansão, totalmente fraco depois de perder seu cabelo.
Ainda por cima hoje é domingo. E eu odeio domingo.
Dashboard Confessional - Screaming Infedelities
-17:57 -()
Sexta-feira, Setembro 2
pour your misery down on me.
Não canso desse layout, não consigo cansar mesmo. Acho que é o melhor que eu já fiz em toda a minha vida de layouts e suas layoutificações. (Meu deus, eu adoro inventar palavras.) Ele é tão... verde. Eu não sei o que acontece, que me leva a gostar tanto de verde nos últimos tempos. Além disso, estudos reali-zados comprovam que essa é a cor mais presente no mundo.
O meu cabelo está tão grande que eu nunca achei o termo "rabo-de-cavalo" tão apropriado. Tão grande que está atrapalhando a minha vida. Planejo um corte no estilo Raíssa da novela. Nah, brincadeira, mas eu vou cortar sim, e bastante. Já tem uns dois ou três anos que eu mantenho ele grande, beeeem grande. Cansei. Eu fiz chapinha então eu fico sentindo esse cheiro de cabelo queimado. Talvez eu devesse pintar o meu cabelo de verde.
É bom que hoje seja sexta-feira, porque acabou o meu estoque de tênis secos. Fora esse último seco no meu pé, os outros estão todos pateticamente encostados no parapeito da janela tentando inutilmente secar até a semana que vem. Será que a chuva pára? Ultimamente eu tenho pensado muito em comprar um All Star verde.
A frase lá de cima é de "I'm Only Happy When It Rains", que contraria a minha real suspeita de que tempos chuvosos acabam com o meu humor. E quando eu estou de mau humor eu acabo com a minha vida... Ou pelo menos com alguns planos. XD~
E.. hm... que mais? Acho que nada. Esse é apenas um post enrolativo de sexta-feira chuvosa e suas sextificações. Tá bom, eu sei que já perdeu a graça. Eu quero uma mochila verde.
-14:23 -()
