
Sexta-feira, Outubro 6
some things tie your life together in slender threads of things to treasure
days like that should last and last and last.
É, tava "hole ocean" mas, como o John não se referia a buraco nenhum eu consertei lá, mesmo sem ter mais a mesma fonte, mas ficou até mais bonito assim, com aquela fonte diferente.
Ah, sejam razoáveis.
Depois de mais uma pane geral, meu computador está de volta em casa. Fiquei feliz por pelo menos ter acertado no diagnóstico; dessa vez era memória. Ele dava erros malucos do nada e travava quando eu tentava instalar programas, além de desligar sozinho sem o menor aviso (imaginem que insuportável). Aí eu lembrei que já tinha lidado com um computador com os mesmos sintomas na fabico, na época de nsi-cpd, e que um colega tinha me dito que podia ser memória. Eu disse para a usuária que era problema de hardware e ela mandou para a assistência, depois me chamou de novo para formatar e disse que o problema tinha sido na memória mesmo. Aí eu vi meu pc com um comportamento parecido e juntei a com b.
E aí trocaram a memória, e menos de dois meses antes já tinham trocado a placa mãe. Espero que ele sobreviva agora... u.u
Deve ter sido pela ausência dele que eu consegui ler tanto nos últimos dias. Aliás, deve nada, é claro que foi.
Li "Cidade de Vidro", a primeira novela de "Trilogia de Nova York" do Paul Auster, um dos livros que o prof. de teoria da literatura mandou ler. Gostei, achei bem intrigante, mas o texto poderia ser mais trabalhado... Adoro textos bem bonitos e bem bolados como o da Janet Fitch em "Flores Brancas de Oleandro", aliás, eu gostaria de ler outras coisas dela.
Se as editoras publicassem. Se não fosse pelo filme "Deixe-me Viver (White Oleander)" provavelmente nem esse teríamos por aqui.
Continuei também o livro da Nanda de sonetos do Camões. Posso até não adorar a poesia épica do cara e nem todas as líricas mas é preciso reconhecer que ele era um gênio. Tem poemas maravilhosos naquele livro e eu adoraria terminá-lo logo, mas como ele é o único que eu estou lendo sem a 'obrigação escolar', é o que tem menos prioridade...
Ontem consegui encontrar na biblioteca o "Breve Romance de Sonho" do Arthur Schnitzler, e comecei a ler imediatamente. A apresentação sobre ele já foi e eu detesto ver apresentações/palestras e etc sobre livros que eu ainda não li. O chato é que eu já ouvi o resumo da história do livro, mas ele é muito ótimo de ler, aqui sim temos um lindo texto como eu estava comentando mais acima.
E o quarto (!!) livro que eu estou lendo junto com todos esses outros é o "Terra Papagalli", de dois autores que eu (desculpem) não vou me dar o trabalho agora de levantar e pegar o livro pra ir olhar, porque eu infelizmente e realmente não me lembro. Mas ele é o que eu comecei por último e li menos até agora, embora minhas impressões iniciais sejam de que será uma leitura bem agradável.
Sinto muito, mas de que mais eu posso falar se tudo o que tenho feito nos últimos dias além de dormir, comer, tomar banho e ir e voltar da aula é ler? Ah, claro, talvez eu devesse incluir "Charlie and The Chocolate Factory", de Roald Dahl, que começamos hoje a ler para uma das cadeiras de inglês...
Quem disse que eu reclamo? Não reclamo nada. Ninguém mais aguenta me ouvir dizer o quanto estou adorando esse curso e as aulas e os livros e tudo o que eu já aprendi nesses curtos dois meses que se passaram desde que tudo começou.
No complaints at all.
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Tá, eu tenho ouvido músicas ótimas também. Além de "Anna Molly", nova do Incubus (anãmolí, anãmolí, anãmolí-í-í), estou ouvindo basicamente os discos "O" do Damien Rice, "Dusk and Summer" do Dashboard Confessional e "Catching Tales" do Jamie Cullum. Um pouco de The Cure também, músicas esparsas.
Dashboard Confessional - Dusk and Summer
-23:50 -()
